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Psicóloga conta que distúrbios como depressão e ansiedade podem afetar tratamentos de doenças crônicas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera idoso aquele que tem 60 anos ou mais de idade. Contudo, apesar de quem está na terceira idade ter uma vida ativa, com boa capacidade funcional e cognitiva, nossa sociedade envelhece cada vez mais.

No entanto, pouco se sabe que apesar dessa disposição, assim como em jovens, a saúde mental pode não estar da mesma forma. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12 milhões de brasileiros possui depressão, e desse número 11,1% são pessoas de 60 a 64 anos.

“Diante disso, muitas pessoas não imaginam que envelhecer possa causar repercussões psicológicas, principalmente por conta do surgimento de doenças crônicas, onde será necessário medicamentos e tratamentos. E por conta disso, alguns perdem a vontade de ter uma vida ativa, mesmo tendo essa capacidade”, explica a psicóloga Erika Cunha Soares , que trabalha no Hospital de Transição Royal Care.

O adoecimento gera perdas no corpo, nos aspectos sociais, nas atividades diárias e, em geral, na qualidade de vida, impactando significativamente na saúde emocional, sendo um dos causadores da depressão e ansiedade. Essa doença é um grave problema de saúde pública, na medida que provoca tanto incapacidade no idoso, dificultando recursos de enfrentamento para as doenças crônicas e sérios problemas familiares.

“Nessa perspectiva ressalta-se a importância de incentivar os cuidados na saúde mental de quem está na melhor idade. Isso requer acompanhamento médico que fará as orientações e se necessário o uso de medicações. Como psicóloga, o acompanhamento em psicoterapia individual ou até em grupos, é muito importante para uma atenção qualificada, o uso de ferramentas terapêuticas e incentivo aos recursos de enfrentamento adaptativos nessa fase da vida”, afirma a profissional.

O idoso precisa de um cuidado integral que envolverá profissionais de saúde e instituições que ofertam essa necessidade, auxiliando na prevenção ou até mesmo no diagnóstico precoce de distúrbios psicológicos, evitando seus agravamentos, como um hospital de transição, que oferece esses tratamentos a longo prazo.

Sobre o Hospital Royal Care

O Royal Care é um hospital de transição e longa permanência que presta cuidados extensivos a pacientes em internação para tratamento clínico, com foco no acolhimento e na humanização. Com funcionamento 24 horas, foi cuidadosamente planejado para proporcionar ao paciente crônico o conforto de um lar, garantindo, ao mesmo tempo, toda a estrutura necessária ao seu tratamento, com ênfase na reabilitação motora, respiratória e psicossocial, no suporte nutricional e nos cuidados de enfermagem.